Sandra Fayad Bsb
Proseando em versos
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Meu Diário
27/06/2018 22h22
POETAS AMIGOS 15

Capa do Grupo nº 175: JAEDER TEIXEIRA GOMES nasceu em Vermelho Novo, então distrito de Raul Soares, Minas Gerais, Brasil,  em 13/11/1952. Até os 19 anos combinou a vida na lavoura e o estudo regulamentar (ginasial). Saiu para trabalhar na indústria e não conseguiu conciliar trabalho e estudo, só vindo a concluir o segundo grau em 1990, através do Exame Supletivo. Aposentou-se em 2006, mas continua trabalhando. Em 2008 editou o livro de crônicas, contos e poesias, PELO BURACO DA FECHADURA. Em 2011 editou o livro O CÃO E A NUVEM, concorrendo ao prêmio Literatura Para Todos, do MEC. Trata-se de um romance de um cachorrinho de rua, muito observador. Jaeder gosta de observar cada movimento da vida, do tetravô ao tetraneto para não perder de vista as causas e efeitos. Jaeder se identifica como refratário à grande mídia, à propaganda massiva. Prefere “visitar pessoas de meia história, que tem dificuldade de romper a "casca do seu ovo" e se fazer notar. Coisa minha; não se ofendam. E por falar em coisa minha, ou nossa, quem quiser conhecer nosso cãozinho vá ao Google ou me envie seu e-mail”. A capa do livro é bastante atrativa.  Jaeder tem contribuído em nosso Grupo com lindos poemas, que vocês podem encontrar, digitando seu nome na janelinha “Pesquisar neste Grupo”. Visitem também sua página pessoal: https://www.facebook.com/jaederteixeirag

Capa do Grupo nº 176: FELIPE ROCHA: Pedi ao jovem Felipe que nos contasse um pouco da sua história. Ele nos enviou o seguinte texto: "Sou aluno do terceiro ano do ensino médio e poeta desde os 14 anos. Sempre me interessei por arte. Toco vários instrumentos musicais e gosto de vários estilos. Desde pequeno gosto de ler e escrever, buscando sempre entender e me aprofundar nas histórias que me são contadas. No ano passado fiz a minha página “Poema Vida” para tentar mostrar um pouco dos meus pensamentos e sentimentos, e principalmente da minha arte.”

Felipe é de Fortaleza (CE), compõe mcurte Raul Seixas, Alceu Valença e, em seus poemas, mostra-se apaixonado por uma musa que está sempre fora do seu alcance. Sua página pessoal é esta: https://www.facebook.com/felipe.rocha.90260403.

A seguir um de seus poemas:

Ela veio e vai embora
Aquela flor que conheci
Que mesmo em momentos difíceis não deixa se abalar
Ela veio e vai embora
E agora com quem irei falar
De um tudo compartilhar
Apenas para poder com ela estar
Mais sentirei mais falta do seu sorriso
Que muitas vezes me distraiu
Apenas por que ela olhou para mim e sorriu.

Felipe Rocha

 

Capa do Grupo nº 177: CARLOS VIEIRA é brasileiro, natural de Niterói/RJ. Nasceu em 1963, foi premiado e publicado em 2003 pela Funarte (Fundação Nacional de Arte) com a peça “Noite Maldormida”, que teve leitura dramática no Projeto Drama Tempo de Luciano Mazza nos teatros da Glória, Joquei e CCBB do Rio de Janeiro. Sua paixão pela dramaturgia começou aos 14 anos quando escreveu a primeira peça de teatro “Psicanagem”. Vários outros textos foram montados por grupos amadores de Brasília e Rio de Janeiro. Autor dos livros: Projeto Rizoma (conto infanto-juvenil), Quero ver alguém te querer (conto adulto); A cura (teatro adulto); Doces Dores Crônicas (crônicas), assinados como Carlos Vieira, HerrBarbuse ou Charles Barbuse. O escritor é Bacharel em Direito com especialização em Direito Público e pós-graduando em Psicanálise Junguiana. É publicado pela editora Chiado no livro Além da Terra Além do Céu, com a poesia Amores Hídricos.

Em sua página pessoal e nas suas publicações neste Grupo, é discreto e pouco mostra da sua talentosa e rica trajetória. Chamou-me a tenção este texto, razão porque resolvi pedir-lhe que nos enviasse uma mini-biografia. Está aí mais um participante com quem vocês podem trocar ideias. Seu endereço pessoal é: https://www.facebook.com/carlosvieira63

Abaixo seu texto:

“Certo dia me perguntaram: Onde está sua alma? Com calma respondi: Está nos livros que li, nas paredes em volta de mim, nos passos que dei e por onde parei, por onde vim, vi é venci. Minha alma está no coração de quem amei e no rim de quem odiei, não sei. Só sei que minha alma está onde eu estive enquanto eu aqui estiver, e ficará na lembrança de alguém até onde eu merecer ser lembrado. Depois será livro fechado, largado num canto qualquer. E sua alma onde está?”

Capa do Grupo nº 178: Gunter Brasil (Detlef Günter Thiel) - Ele nasceu na Alemanha. Aos 26 anos veio para o Brasil. No interior de São Paulo tomou conhecimento de que um outro alemão viveu uma grande aventura no século XVI em terras brasileiras. Pesquisou, estudou e escreveu uma história fantástica, que mostra a realidade inexplorada desse período, que sucedeu à chegada dos portugueses ao novo continente.

Abaixo sua biografia, que se confunde um pouco com a obra. Vale a pena conhecer. Boa leitura!

Eu nasci no dia 02 de julho de 1950 na cidade de Berlim-Oeste/Alemanha onde me formei em arquitetura na Universidade Técnica de Berlim. No dia 06 de outubro 1976 viajei para o Brasil acertando um contrato de trabalho com o Instituto de Pesquisas Técnológicas no campo da USP em São Paulo onde revalidei meu diploma, passando pela prova por escrito na especificação especial da História da Arquitetura no Brasil.

No Brasil, na cidade costeira de Bertioga/SP, perto da cidade portuária de Santos, eu me tornei ciente de um alemão chamado Hans Staden, um soldado lansquenete do condado de Hessen, que em 1557 transformou suas experiências, como membro do náufrago da expedição sanabria vindo da Espanha e prisioneiro dos Índios Tupinambás no Brasil, em forma de um livro na cidade de Marburgo, intitulado "Verdadeira Historia ... .Duas viagens ao Brasil” ". Este livro ainda é considerado como a primeira e mais abrangente documentação da flora, da fauna e da vida dos índios no Brasil. Em 1999, a adaptação cinematográfica pelo diretor Luiz Alberto Pereira sobre o cativeiro de Hans Staden com os índios, através do apoio financeiro por Brasil, Alemanha e Portugal, foi concluída com êxito. Estes três países classificaram o projeto como uma importante contribuição cultural para a compreensão internacional e, portanto, digno de patrocínio. Na Alemanha, aprofundei meus estudos sobre Hans Staden e cheguei à conclusão de que o filme de Luiz Alberto Pereira merece uma segunda parte, um relatório sobre Hans Staden, contando o que aconteceu depois de seu retorno ao seu pais, no condado de Hessen e como foi o mundo nesta época do renascimento. Durante minhas pesquisas encontrei um material tão empolgante, que este me levou a escrever um romance sobre a situação política e cultural de alguns dos países na Europa, a época da descoberta da América, “O Novo Mundo”, a vida cultural, religiosa, a importância económica, as alegrias, esperanças e medos dos povos da época do renascimento, quando nasceu a nação brasileira em sua “Hora 0”.

Saiba mais sobre o nosso homenageado aqui:

https://www.facebook.com/gunter.brasil

E conheça a obra histórica e sua repercussão internacional aqui: 

https://www.facebook.com/Hans-Staden-Sua-Alma-Minha-Alma-132550057611597/

 

 

 

 


Publicado por Sandra Fayad Bsb em 27/06/2018 às 22h22
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08/04/2018 22h55
Reportagem Correio Brasiliense de 08-04-2018 - Família


Publicado por Sandra Fayad Bsb em 08/04/2018 às 22h55
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07/04/2018 17h59
Seu Catalão, também conhecido como Jorge, o Batuta.

Seu Catalão, ou Jorge o Batuta, é uma personalidade histórica que viveu 91 anos, sendo os últimos 37 anos no Bairro do Cruzeiro, em Brasília. Conheça sua saga neste livro

 

Locais de venda da obra Histórias de Jorge, O Batuta de Sandra Fayad 
1. Banca N. Sra. de Fátima (712 /13 Norte) - Tel. 9 8114-1118 c/ Ivo. – Brasília (DF)
2. Banca 314 Norte - Tel. (61) 3447-9257 c/ Francisco - Brasília (DF)
3. Zero Um Cursos Preparatórios - SCRLN 708/709. Tel. (61) 3201-3501 (*) - Brasília 
4. Horta "Batuta" - SCRLN 712/713 , em frente ao Conselho Federal de Farmácia- Tel. (61) 9-9984-7160, agendar - Brasília (DF)
5. Mercado Livre: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-685851116-historias…
6. Loja Cria Brasília – Shopping Liberty Mall. Tel.: (61)3327-0141 ( Eunice)- Brasília (DF)
7. Baú da Vovó – CLN 313 – Asa Norte . Tel.: (61) 99824-0902 - Brasília (DF)
8. Universidade da Cerveja – AE do Cruzeiro . Tel.(61) 98237-6848 - Brasília (DF)
9. Site da autora: http://www.sandrafayad.prosaeverso.net/

https://www.facebook.com/vovisster/posts/10210965501149999


Publicado por Sandra Fayad Bsb em 07/04/2018 às 17h59
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02/03/2018 17h12
POETAS AMIGOS 14

Capa do Grupo 163:  ANA ROSSI é uma participante discreta e muito valiosa. O Blog de Chico Santana, que já publicava os poemas de Luiz Martins nos fins de semana, abriu o espaço “meio de semana” para nos premiar com os poemas sessa também docente da UNB. Eu, que já era leitora assídua de um, tornei-me leitora de ambos.

Pedi que Ana Rossi nos contasse um pouco da sua biografia e ela me mandou este texto rico e singelo, que trago para o Grupo Poetas Amigos: “Sou poeta, tradutora e professora da Universidade de Brasília. Escrevo... desde que me entendo como gente. Primeiro, vieram os diários redigidos em francês quando morava na Bélgica, depois textos em prosa escritos em francês na França, e em português no Brasil. Hoje, sei que a poesia me escolheu, e isto é uma bênção. Escrevo poesia, estudo poesia, publico poesia. Há anos, faço leituras de poesia em público. Na França, publiquei dois livros de poesia em francês (nous la mémoire - 2006, e historiographies premières  - 2008). Desde 2014, publico semanalmente meus poemas em português e em francês no blog http://ana-poesia-poesie.blogspot.com.br/2014/ sempre intercalados por uma foto, muitas vezes de minha autoria. Estes poemas são autotraduzidos e reescritos por mim. Também publico meus poemas em português no site do Chico Santana (https://chicosantanna.wordpress.com/2017/09/13/poema-no-meio-da-semana-seca/). Tenho, hoje, no prelo, um livro de poemas em francês intitulado éternels chemins éphemères [eternos caminhos efêmeros]. [anahrossi@gmail.com] “

 

Capa do Grupo 164: EDUARDO MEKSENAS (São Paulo, 1954) publica poemas na linha do tempo do Grupo sobre situações reais e corriqueiras, que chamam atenção e geram aplausos dos demais participantes, como por exemplo este:

“Resíduo

toda partida traz perda
pra quem foi
pra quem fica

foi calor que falta na pele
fica falta que voltar impele

foi tanto que melhor não seria
fica parecendo época de só poesia

depois da despedida resta
hora sempre terna agora
porque na vida

só o que foi é que fica”

 

Pedimos sua biografia e ele nos contou o seguinte: “Sempre gostei de literatura, coisa que “herdei” do meu pai, que me iniciou nas leituras desde a infância. Fui crescendo e tomando gosto, fiz Faculdade de Letras Clássicas na USP (1973-1978), em São Paulo. Mas não segui carreira nem entrei para o magistério. Em 1988 mudei pra Teresópolis/RJ onde morei até 2010, e de lá pra cá moro em Rio das Ostras/RJ. Meu bairro de origem é o Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo. De ofício, sou servidor público federal aposentado. Escrevo desde 1973, e pude sentir uma evolução nesse período todo, um domínio da ansiedade sobre o texto que vai se formando, a paciência do polimento e arremate final, o “olho clínico” para defeitos de forma e ritmo. Minha produção estende-se de 1973-1998, e dividi todos os poemas em 3 volumes: “Sorrindo no Escuro”, “Dança dos Palhaços” e “Nominativo”. Parei de escrever ali por 2000, dediquei-me ao estudo e à leitura intensamente. Só voltei a escrever em 2015 – e aí formou-se o “Transversal” (2015-2017), e está em preparo, agora, o “Palavrear” (2018 -...). Sou autor inédito, anônimo e desconhecido. A partir de 2015 passei a divulgar pelo Facebook. Em 1998 publiquei por minha conta “Um Sorriso no Escuro”, e distribui pelo pessoal de Teresópolis. (modifiquei bastante o conteúdo do livro e de vários poemas em 2015; alguns foram para o lixo), e atualmente ficou “Sorrindo no Escuro” E só. Penso, quem sabe a partir deste ano, publicar os demais.” Saiba mais e converse diretamente com ele aqui: https://www.facebook.com/eduardo.meksenas

Capa do Grupo 165: JASON FRUTUOSO combina o conhecimento da sua especialização profissional com a sua habilidade literária. Sobre seus livros ele comenta no próprio site: “Cada livro nasce de uma vontade dos personagens se libertarem da mente para compartilhar suas histórias com você!” De seu site, destaco este poema: http://www.jasonfrutuoso.com.br/poesias/porque-cantam-os-sabias-da-cidade/

Jason Jair Frutuoso mora e trabalha em Brasília, e assim se descreve: “No campo profissional, sou psicólogo clínico/Psicodramatista e
especialista em Psicologia Hospitalar. Trabalhei no Hospital de Base
do Distrito Federal, onde criei o Grupo de Pais do Setor de
Psicoterapia Infantil; em 1996, fui dos fundadores do Serviço de Saúde
Mental do Hospital Materno Infantil de Brasília – HAMIB, tendo
exercido por muitos anos a Chefia do referido serviço. Desde 1982,
exerço minhas funções de Psicólogo Clínico em minha clínica
particular. No campo literário, sou autor dos romances: Samuel e o
bezerro dourado, maio 2006; A história de Marcela, jun. 2013; Xarles,
o príncipe, maio 2008; e do livro de crônicas e poesias, Fragmentos da
alma, abr. 2015. Ocupo a Cadeira Nº 9/Gilberto Freire, na Academia de
Letras e Música de Brasília, – ALMUB; e mantenho o site
www.jasonfrutuoso.com.br, onde posta poesias, crônicas, fotos e
artigos sobre saúde. Utilizo meu site para expressar meu
descontentamento através de minhas crônicas e poesias”

Visite seu site, que é muito rico e interessante.

 

Capa do Grupo 166: JOAQUIM DE AZEVEDO MACHADO é um autor goiano, muito atuante não só neste Grupo.  Assista a esta entrevista

(Filmagem e Edição: Ailton S Meira - Vila Itatiaia): https://www.youtube.com/watch?v=Kjgukbmml1M. Nascido em 24/09/1954, em Itauçu-GO, formado no curso de Letras da UFG, servidor aposentado da Universidade Federal de Goiás no cargo de Programador Cultural e atualmente é professor ativo da Rede Municipal de Ensino de Goiânia. Como escritor já publicou diversos artigos de opinião, contos e poemas nos principais jornais de circulação de Goiânia. Publicou ainda poemas e contos em antologias, bem como foi premiado em concursos literários de contos promovidos pela UFG. Publicou no livro Literatura Goyaz (Antologia/2015), participando com dois contos literários de sua autoria. Nas redes sociais, tem participação ativa com publicações de textos, contos e poemas, principalmente nas páginas dedicadas à literatura. Em 2016, lançou seu primeiro livro solo, de poemas, intitulado “Manancial de Versos”. Participa, frequentemente, em Goiânia, de palestras, recitais, encontros literários, oficinas e demais atividades artístico-culturais. Integra o Projeto “Poesia de Rua”. Sua página no Facebook é: https://www.facebook.com/augustodosanjos.anjos

Capa do Grupo 167: VALDA FOGAÇA é escritora, cronista, poetisa trovadora, cordelista e compositora. Estudou filosofia, letras e história; Em 2004 participou de antologia bilíngue Letra de Babel 2 por meio do movimento cultural internacional a Brace – Editora Bianchi e Pilar, publicando poemas. Em 2005, por meio do mesmo movimento, ela participa de outra coletânea de poemas: “Letras Del Desamor”. E, em 2007 participou de “Quantas gotas VII” – coletânea de contos breves, publicando a primeira versão do conto “O beijo da morte” e duas antologias nacionais. É autora da antologia de contos breves e longos, intitulada O Beijo da Morte – marcados pelo destino e de uma série em fase de publicação, intitulada Os ganhadores de Almas. Escreve para os portais “Recanto das Letras” e “Uol pensador poemas”, também é colunista do site “O Segredo”, além de manter uma ativa participação nas redes sociais com postagens de interesse do seu público. Também é membro da ANE (Associação Nacional de Escritores) e da Academia Taguatinguense de Letras e dos movimentos culturais Celeiro Literário Brasiliense, Leia-me e Ler Mais Brasil. Recebeu diversas homenagens como: Troféu Cecília Meirelles – mulheres notáveis, entregue pelo jornalista e colunista social, Eustáquio Lúcio Félix do jornal Folha Popular; Comenda Amigo da Educação entregue pelo “clube dos Trovadores”; título de Personalidade Cultural do Ano de 2017 - Amigo Da Cultura Latina entregue pela Presidente Nacional da Sociedade de Cultura Latina do Brasil. Também recebeu da Câmara Legislativa do Distrito Federal, mediante proposição do deputado Raimundo Ribeiro, a moção de louvor por sua participação na sessão solene  comemorativa aos 30 anos da Academia Taguatinguense de Letras e por ser participante das relativas atividades desenvolvidas por essa instituição. Como se vê, trata-se de escritora talentosa e reconhecida no meio literário brasiliense. Quer saber mais? Fale com ela aqui: https://www.facebook.com/valda.fogaca

Capa do Grupo 168: Ana Maria dos Reis (Cunha Magalhães) é mineira de Carmo do Paranaíba. É formada em Letras e Pós graduada em Língua Portuguesa. Professora na Secretaria de Educação do DF e membro efetivo da Academia Cruzeirense de Letras (Brasília, DF). Começou escrever em 2000. Em 2006 publicou seus primeiros livros: Saga Mineira (romance regionalista) e Minha Alma Azul (Poesias). Depois, as obras Supravida Contos e Crônicas, Sertão de Maravaia (romance regionalista), Branda Brisa (poesias) e Escola das Joaninhas (poesia infantil). Participou de 05 coletâneas de poesias: Duas pelo Sinpro-DF e três organizadas por Ronaldo Mousinho: Geografia Poética do DF, Colheita 1 e Colheita 2, que também escreveu o seguinte sobre o estilo da autora: “Poetisa de alquimia disciplinada, incursiona pelo poema clássico (soneto) e pelos textos modernos com desenvoltura, prima pelo o uso correto da Língua, que sua formação lhe confere.”

Ana tem dois projetos em andamento: novo romance em narrativa na linguagem culta, não mais regionalista; o outro é uma história contada em forma de versos dodecassílabos, em estrofes de oito versos. Aguardemos! Para saber mais e conversar com a nossa homenageada, acesse sua Página Pessoal aqui: https://www.facebook.com/anacunhamagalhaes.cunha

 

Capa do Grupo 169: LUIZ AMORIM T-Bone é promotor cultural brasileiro. Nasceu na Bahia e mudou-se para Brasília ainda criança. Começou a trabalhar aos 12 anos, foi alfabetizado aos 16 e leu seu primeiro livro aos 18. Empregado de um açougue praticamente falido chamado Triângulo e Damasco, fez uma proposta e o arrematou em 1994. Mudou o nome do estabelecimento para T-Bone. Ao lado do Caixa e em meio aos cortes de carne, Luiz começou a empilhar alguns livros que eram oferecidos gratuitamente para a leitura dos clientes. Começou com dez livros. Atualmente recebe milhares de exemplares doados pela comunidade que vieram a compor o projeto intitulado Biblioteca Popular e que acontece em dezenas de paradas de ônibus na Asa Norte, com centenas de livros emprestados diariamente. Conta também com as Estações Digitais, espaços com computadores e acesso à internet.

Luiz criou também o Projeto Noites Culturais, que ocorre semestralmente na porta do seu Açougue, para que o público tenha contato direto com seus ídolos. Artistas de renome nacional já se apresentaram no projeto, entre eles: Renato Teixeira, Milton Nascimento, Ivan Lins, Moraes Moreira, Tom Zé, João Donato, Geraldo Azevedo, Jorge Mautner, Belchior, Erasmo Carlos, entre muitos outros. Na próxima semana teremos a presença de Amelinha.

Em 2009, um fato novo deu origem a mais um Projeto audacioso: a famosa Bienal do B. Abaixo um texto que escrevi em 2013 sobre esse importante e lúdico evento, que voltará a ocorrer nos próximos dias:

“Uma resumida história da Bienal do B:

Por Sandra Fayad

Os poetas, músicos, pintores, artistas de teatro e outros artistas de Brasília se reunirão pela terceira vez nas tendas montadas especialmente para um evento muito especial, na porta do Açougue Cultural T-Bone.   O evento nasceu da frustração geral pelo cancelamento da II Bienal Internacional de Poesia, que foi inviabilizado à última hora por não ter recebido o apoio institucional logístico e financeiro necessários para a sua realização em 2011. A I BIP de Brasília em 2009 havia obtido sucesso e projeção internacional e a segunda vinha sendo preparada mais uma vez pelo então Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília e do Museu Nacional,  Antonio Miranda.

Atento ao fato e sensível às reclamações dos artistas, Luiz Amorim, sempre disposto a fazer mais do que lhe é atribuído como responsabilidade no gerenciamento da ONG T-Bone, propôs ao Antonio Miranda a união de forças para atender aos nossos anseios. Em pouquíssimo tempo, com a colaboração dos próprios artistas, estava viabilizada a primeira Bienal do B, com o patrocínio da Petrobrás e outros. O evento elevou a autoestima dos participantes e ocorreu em clima de muita alegria e confraternização ainda em 2011. Foi tão bem sucedido que no ano seguinte (2012), tivemos a segunda Bienal do B, mais bem estruturada, alegre, rica, emocionante, com a presença do poeta Tiago de Melo, pagamento  de cachês aos participantes e muitas fotos,  abraços e beijos”

Agora, vamos para a  QUINTA BIENAL DO B, que certamente será mais uma vez palco de muitas alegrias e realizações.

Obs.: Desde 2006, Sandra Fayad  é uma das voluntárias dos Projetos Culturais T-Bone ( respeite os direitos autorais).

Capa do Grupo 170: Rafael Fernandes de Souza nasceu em Brasília é professor, historiador, botafoguense e presidente da Academia Cruzeirense de Letras, sendo um dos dez fundadores da instituição em 2014. Criado no Cruzeiro, sua produção literária é toda relacionada com a comunidade onde vive. Roteirista de quadrinhos criou o personagem Dinâmico Erre, o super-herói do Cruzeiro, tendo vencido a Bolsa Brasília de Produção Literária 1998 e publicado o livro Dýnamis Érrion, com as aventuras do herói. A partir de então produziu mais um livro e um almanaque, duas revistas em quadrinhos, duas peças de teatro e dois vídeo-clipes, sempre com o mesmo personagem. Um dos clipes foi para uma música da Plebe Rude, importante banda do rock brasiliense. Pesquisador da história local, coordena a Casa da Memória do Cruzeiro, projeto premiado pelo Edital de Boas Práticas e Inovações em Bibliotecas Públicas. Publicou um livro sobre a história cruzeirense, um catálogo de fotos, um sobre a ARUC e organizou coletânea de textos de alunos da rede pública sobre cidade. Foi gerente de cultura da Administração Regional (2011-2014) e hoje é vice-presidente do Conselho Regional de Cultura e membro do Conselho de Administração da ARUC. Rafael tem novos projetos em andamento. Um deles é um novo livro com o personagem dinâmico Erre. Para viabilizá-lo já trabalha no sentido de obter financiamento coletivo, através contribuição por parte de amigos e fãs, para a edição da obra. Sobre isto e para conhecer melhor suas propostas, acesse: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009241899559

Capa do Grupo nº 171: ROGÉRIO SOARES, o BARBA - Na introdução de sua biografia Hellen Cris Vaz escreveu: “A vida é feita de escolhas.” Nosso homenageado é Agente Social para Assuntos ao Mercado e ao Mundo do Trabalho da REVISTA TRAÇOS.  É, ainda, Diretor de Comunicação da ONG FUTURO ESPERANÇA e Diretor Social da ASSOCIAÇÃO NAMASTÊ, em Brasília.  Rogério é ex-morador de rua, e graças ao trabalho social realizado no projeto em que participou, tornou-se referência e liderança para os Porta-Vozes da Cultura. Por meio de sua atuação, o Barba conseguiu um programa quinzenal na TV COMUNITÁRIA do DF. A REVISTA TRAÇOS (leia aqui sobre ela - http://mapa.cultura.df.gov.br/agente/191/ )- se orgulha das conquistas e apoia o protagonismo dos Porta-Vozes da Cultura rumo a uma vida melhor para a população em situação de Rua. Ele não conheceu os pais e foi criado em orfanato desde o nascimento. Passou por diversas casas de adoção e de acolhimento até preferir a situação de rua e as drogas como alternativa de vida. A sua história mudou quando a ONG Futuro Esperança acreditou e apostou na sua recuperação e ressocialização. Após um período de recuperação e abandono completo das drogas, hoje ele é referência para população de rua, para amigos de trabalho e para várias instituições. É também inspiração para várias pessoas que querem trilhar o caminho de conquistas e empoderamento. Para os que virão, Barba deixará as portas abertas. Sua página no Facebook mostra, entre outras notícias, os certificados obtidos em cursos realizados na Universidade de Brasília. Visite-o aqui: https://www.facebook.com/profile.php?id=100010619887066

Capa do Grupo nº 172: PAULO FAYAD nasceu na cidade de Catalão (GO) em 1960, três meses antes da inauguração de Brasília. Ainda criança, mudou-se com sua família para a Capital do Brasil, onde estudou em escolas públicas e se dedicou inicialmente à atividade comercial. Há dezoito anos fundou a Editora Voz de Brasília e, desde então, dedica-se à atividade jornalística e publicitária. É também poeta e o redator responsável pela edição e distribuição do Anuário Brasileiro, publicação bilíngue que, em 2018, conta com 332 páginas e 150 mil exemplares distribuídos em mais de 20 países, além dos quase 300 mil distribuídos em todo o Brasil. A publicação do ano em curso apresenta dados e estudos em diversas áreas como Educação, Turismo, Economia, Saúde, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Tecnologia Cultura, Energia, Trabalho, Construção Civil e outros, com reportagem especial sobre a Lava-Jato e seus impactos nos dados econômicos e estatísticas de 2017. Apresenta também entrevistas exclusivas com ministros, economistas, jornalistas e empresários, que interpretam o pensamento político e econômico do país, possibilitando uma análise qualitativa e quantitativa do mercado como um todo. Ao longo de quase duas décadas, a publicação já foi condecorada com diversos prêmios, diplomas e medalhas. A página do nosso homenageado no Facebook é  https://www.facebook.com/paulofayad.

Capa do Grupo nª 173 – MARCO ANTONIO CHAGAS E ALBUQUERQUE, pseudônimo Dalí Albuquerque é excelente musico e intérprete – no final deste texto, experimente ouvi-lo. É encantador! Dalí nasceu em Salvador, no Bairro da Liberdade em 14 de abril. É filho adotivo de Almira Ferreira e Albuquerque e Antõnio Chagas Albuquerque. Imigrou para o Rio de Janeiro em 1980, onde casou-se e tornou-se pai de 2 filhas. Conheceu e/ou trabalhou com algumas pessoas interessantes como Grande Otelo onde ficou em temporada na peça “OH! Que Delicia de Negras”, no Teatro Rival; Ronaldo Bôscoli, no projeto “O Poeta Mostra a Sua Cara”; no Jazz Mania, Carlos Dafé , em várias lonas culturais e circuito de shows em todo o Rio de Janeiro, com Clementina de Jesus, Roger Kedy ( Obina Shock), Luis Melodia em temporadas no Teatro Rival, e algumas lonas culturais, Moacyr Albuquerque (compositor gravado por Gal Costa, Gilberto Gil, .etc; baixista Gilberto Gil, Bethânia, Caetano e Gal, Martinho da Vila e outros) com quem tem várias parcerias. Tocou no circuito de shows do Rio de Janeiro. Após divorciar-se retorna a Bahia onde se encontra a 7 anos. Ouçam Dalí Albuquerque aqui: https://soundcloud.com/dalialbuquerque

Capa do Grupo nº 174: GEOVAN REZENDE é músico, cantor, compositor, violonista e é também professor de música há mais de 35 anos, tendo passado pelo Conservatório de Música de Sergipe na década de 1980, de onde saiu para participar da Banda de Música da Polícia Militar de Sergipe. Trabalhou também no Projeto Canarinhos de Aracaju e no Projeto Pouso Seguro da Criança, no Aeroporto Santa Maria, onde ministrou aulas de violão e flauta-doce para mais de 80 alunos até recentemente. Foi violonista e Contrabaixista do Coral Vozes da Cidadania do Ministério Público em Sergipe. Atualmente apresenta-se em eventos naquele e em outros Estados (voz e violão), em dupla com Marcel Xavier (voz e percussão). Com sucesso consolidado em sua terra natal, após turnê por cidades como São Paulo e Cuiabá, prepara para breve o lançamento de CD com composições inéditas de autoria própria. Conheça melhor nosso homenageado através de sua página no Facebook: https://www.facebook.com/geovan.rezende.5 e no Youtube.

 


Publicado por Sandra Fayad Bsb em 02/03/2018 às 17h12
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16/12/2017 14h36
AVALIAÇÃO DE OBRA LITERÁRIA A PEDIDO DO AUTOR - 2


Publicado por Sandra Fayad Bsb em 16/12/2017 às 14h36
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