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Sandra Fayad Bsb
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Episódio 33 - Minha vida em Brasília:
Catamos daqui e dali e conseguimos o dinheiro para começar o Curso na UDF. Agora trabalhávamos das 11 h às 19 h no TCU e estudávamos das 19:30h às 23 h, de segunda a sexta-feira e aos sábados pela manhã. Não possuíamos automóvel, que era artigo de luxo à época. Mas o ônibus dos funcionários do TCU nos levava de casa para o trabalho e do trabalho para a Faculdade. Já era uma boa ajuda. Nos fins de semana é que eu podia cuidar um pouco mais da minha filha, que ficava com meus pais e irmãos. Nessa época, os cursos universitários deixaram de ser seriados. Foi criado o sistema de créditos, onde os alunos do mesmo segmento se misturavam nas disciplinas básicas. Assim é que nos dois primeiros anos da Faculdade, as turmas eram mais elásticas e menos estáveis. Alguns começavam o Curso de Ciências Econômicas e pediam para ir para o de Administração ou Contabilidade ou Direito. Outros pediam transferência para o CEUB, que passou a oferecer os mesmos cursos da UDF. Uns diziam que o Curso de Economia lá era mais fácil; outros diziam que o currículo e os professores da UDF eram os mesmos da UNB.
Estávamos no início do Governo do General Ernesto Geisel, que tinha como Ministro da Educação o Senador Ney Braga. Este criou o Sistema de Crédito Educativo para os estudantes das Universidades Particulares. Mas, o que era o Crédito Educativo? Era o que hoje chamam de FIES muito melhor. Todo o curso era 100% financiado, sem juros e sem correção monetária, além do que o estudante só começava a pagá-lo dois anos após ter se formado, e no mesmo prazo do financiamento. Um docinho de côco para quem estava com dificuldades financeiras. Claro que nos inscrevemos e conseguimos obter o benefício. Ufa! Foi um alívio. Era só alegria. Tem mais...
Sandra Fayad Bsb
Enviado por Sandra Fayad Bsb em 30/05/2019
Alterado em 30/05/2019
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